Cant.5.2-6.3

Muitos há que proclamam ter constante amor, mas o homem fiel quem o achará?” – Pv.20.6 – A amor de Deus é constante e fiel.

Neste texto podemos perceber algo que se passa em todos os relacionamentos, as tensões, o amado chega tarde, a amada já está deitada… Ele chama, ela não responde… o conflito e a tensão surgem. 
Quantas vezes tomamos por certo o que temos, ou o sentimento de conforto é tão grande que deixamos de investir no relacionamento.
Mas, depois da tensão, a amada relembra o amor profundo que nutre pelo seu amado (vs.4-5), e busca a reconciliação (v.6). 
O seu exemplo de perseverança e determinação, para restaurar o seu relacionamento (ainda que enfentando adversidade), são animo para mim (vs.6,7).
Quantas dificuldades enfrentamos nos nossos relacionamentos conjugais, familiares e amizades… será que temos cuidado deles? E o nosso relacionamento com Deus?

Cant.4.1-5.1

As expressões de amor são notórias neste capitulo, já casados, desfrutam de todo amor.

Gary Chapman no seu livro “As 5 linguagens do amor.” inúmera as mesmas: palavras de afirmação, tempo de qualidade, actos de serviço, presentes e toque físico.

A amados usa palavras de afirmação no texto para expressar o seu amor.

Todos gostamos de receber afecto e amor na nossa linguagem favorita, mas sera que também o estamos a expressar a linguagem correcta no nosso casamento.

Se pensarmos na forma como estamos a expressar amor ao nosso amado(a), como o estamos a expressar também a Deus?

Cant.2.8-3.11

Precisamos de entender os limites e as fronteiras em cada relacionamento, seja ele entre marido e mulher, namorado(a) e mesmo o nosso relacionamento com Deus deve ser visto nesta perspectiva, à limites e áreas que não devem ser ultrapassados, Deus requer de nós santidade e fidelidade.
Percebe-mos que a “amada” procura o seu “amado”, pela cidade, e o introduz no seu quarto num lugar íntimo, como um convite de boas-vindas à sua família. Deus também percorre o caminho procurando pessoas, a quem Ele ama já de forma íntima, e deseja desenvolver relacionamento com elas. 
Conseguimos perceber no texto o que é permitido e o que não é, todos os relacionamentos e não só os amorosos, podem beneficiar de limites e fronteiras.
Ao encontrar o seu amado, a amada introduz este no seu ambiente de intimidade, será que temos convidado Jesus para este lugar de intimidade com cada um de nós? 

Cantares 1.1-2.7

26 Nov. 
Ainda que esta seja uma alegoria entre a igreja “noiva” e Cristo “noivo”, conseguimos perceber ainda o relacionamento entre dois amados. Poderíamos olhar para estes dois tipos de amor de forma separada (Agape e Heros), mas porque não considera-los em conjunto.

Três ideias rápidas: Deus pode transformar os nossos desejos mais depressa que a nossa indiferença; um relacionamento duradouro requer investimento a longo prazo; e precisamos de entender o que a bíblia fala em relação ao comportamento sexual, e não deixarmo-nos ser moldados pelo que o mundo ensina. 

Os primeiros passos no relacionamento amoroso, trazem por vezes insegurança, e um sentimento de rejeição, mas percebemos que o verdadeiro amor é nutrido. Ao aproximarmo-nos de Deus, não temos de temer rejeição, Ele estende palavras de consolo e de afirmação e abraça-nos.

Salmo 45

25 Nov.
A alegoria do casamento, é usada aqui como imagem da igreja e Cristo.

A diferença mais realçada neste salmo, é que esta união iria mudar o futuro (vs.16-17), o autor fica preso nesta ideia do reinado eterno, apontando para o futuro onde Jesus reinara.

A ideia da igreja como noiva é amplamente usada pelos escritores do NT.

Que eu possa entender hoje a importância da igreja e o seu papel como noiva de Cristo, e o meu papel como filho de Deus neste casamento.

Mc.13.28-37

24 Nov.
Vigilantes… Este é o desafio que me é colocado hoje, quantas vezes perdemos de vista o facto mais importante e nos deixamos enredar em situações de vida e de pecado que nos tiram este sentido de “alarme”, o sermos vigilantes o estarmos atentos aos sinais que nos vão sendo mostrados…

Precisamos de mudar a nossa forma de viver, e não sermos apanhados de surpresa, a vinda de Jesus será um acontecimento rápido.

Falsos mestres, relacionamentos quebrados e perseguição são desafios que enfrentavam os cristãos primitivos, e desta forma, o mesmo se mantém hoje.

O desafio de estar “atento” surge hoje talvez com uma força e intensidade maior, os sinais são claros, também o foram noutras épocas, a nós Filhos de Deus, o desafio é igual, “vigilância”.

Mc.13.1-27

23 Nov.
Uma ilustração leva a um momento de intimidade e de conversa com Jesus e os discípulos. Cada um de nós deve buscar este momento em que na partilha, abrimos coração e somos ensinados pelo mestre.

Jesus ensina sobre duas coisas distintas a destruição do templo que viria a acontecer no ano 70dc, e sobre os tempos finais. A lição que Jesus trás é a de, fidelidade apesar dos tempos e circunstancias vividas, e este continua hoje a ser o desafio que está perante mim, fidelidade. 

Falsos mestres, perseguição, mentira serão armas usadas pelo inimigo.

Por isso somos avisados, que o nosso relacionamento com Deus será esticado ao limite (v.22).  

A esperança ira desaparecer (vs.24,25), e talvez seja esta a experiência daquela geração e muito provavelmente por estes dias também a nossa, mas então… Jesus virá (v.26).

Quantos “irmãos” nossos, sofrem hoje perseguição? Oro por eles neste dia!

Mc.12.41-44

22 Nov.12

O contraste é evidente entre sobras e tudo o que tem. Quantas vezes tenho eu dado apenas as sobras ao meu Deus? 
Generosidade não tem haver com quantidade do que damos, mas com a quantidade com que ficamos. Que neste caso é nada…
Somos desafiados hoje a dar generosamente e sacrificialmente. Não caiamos na armadilha de estimar o valor da dádiva pelo valor do que damos: dinheiro, tempo, talento, energia emocional, visão espiritual, ao invés de comparar com o que retemos para nós. 

Mc.12.35-40

21 Nov. 
Jesus fala e ressalva a sua própria identidade como Filho de Deus, este é um desafio para os seus ouvintes (Sl.110.1). Jesus critica não só aqueles que não somente eram desonestos, mas também altivos e hipócritas. 
E mostra o Seu cuidado para com os viuvas, os pobres e os mais fracos da nossa sociedade, que tipo de cuidado tenho eu demonstrado para com estes? (Lc.1.52-53) 
Ou será que tenho por vezes estado ao lado destes que apenas vivem a religião e não um relacionamento de intimidade com Jesus. A minha oração é que estas inconsistências não sejam vividas na minha vida.

Gn.48

Interessante como Deus altera as regras, com o propósito de que a sua vontade seja feita.

Através da graça e misericórdia de Deus recebemos a bênção de ser herdeiros de Deus.

Saibamos agradecer a paternidade que nos é dada em Deus através de Jesus.