Rm.1.18-32

Deus sempre toma o pecado de forma séria, não desejo por isso relevar ou menosprezar o mesmo na minha vida, sei que o seu coração se entristece quando o faço. Não há desculpa alguma para não arrepiar caminho e viver mais próximo d’Ele. Os seus atributos são claramente visíveis não só pela sua criação mas acima de tudo pelo Seu poder. Não quero ser ingrato, mas reconheço que tantas vezes o sou, quando deixo de olhar para Jesus, e ao invés de honrar o criador, olho para mim mesmo pensando que na minha força e capacidade conseguirei sobreviver. O “normal” do mundo não é para mim, não desejo ter uma mente carnal, busco a cada dia a presença de Jesus e a Sua companhia a todo o momento.
Anúncios

1Sm.3.1-4-1a

Fala Senhor, quero escutar-te. 
Com todo o ruído que gira à nossa volta, quantas vezes não escutamos a voz de Deus, a Palavra é de mais valia nas nossas vidas (v.1) e tanto no tempo de Samuel assim como hoje parece que não a escutamos, será porque ninguém a quer escutar?
Atentemos os nossos corações, mente e ouvidos, para que seja manifesta a Palavra de Deus, primeiramente em nós, na nossa comunidade e país. 
Precisamos de alinhar a nossa mente com a mente de Deus, o nosso coração com o coração de Deus, e entender os “sussurros” que Ele vai expressando na nossa vida (v.4,6,8). Muitas vezes não percebemos os “sussurros” de Deus porque não nós é familiar (Jo.10.2-5), quantas vozes competem pela nossa atenção?
Não desprezemos a ajuda que um amigo possa dar nesta área dos sussurros (v.9). A voz de Deus é clara, e manifesta poderosamente na mensagem que quer transmitir. A nós resta-nos apenas ser fiéis, escutar a Palavra e coloca-la em prática nas nossas vidas (v.18). 
Intimidade com Deus traz crescimento espiritual (v.19). Que privilégio saber que Deus fala pessoalmente com cada um de nós. Que eu possa manter os meus ouvidos espirituais atentos à Sua voz. 

1Sm.2.2-36

Estamos a honrar ou a desonrar Deus? Temos escutado, a voz daqueles que caminham ao nosso lado (v.27), quantas vezes Deus usa amigos, para nos redarguir e encaminhar na direção certa, homens de Deus que nos revelam, as áreas do nosso carácter onde estamos a falhar.
O pecado tem consequências, e mais cedo ou mais tarde teremos de lidar com as mesmas, Deus não empurra estas situações para baixo do tapete, ou simplesmente esquece. 
Não desprezemos o concelho que nos é dado pela Palavra, Deus honrará a que o honra e desprezará o que o desprezar (v.30). A ameaça de Deus é real, o salário do pecado é a morte. No entanto Deus promete ao que for fiel e que age segundo o coração e a mente de Deus (v.35).
Um desafio é colocado hoje aos pais, que tem uma tarefa difícil de educar os filhos nos caminhos de Deus, e ainda assim permitirem alguma liberdade para que estes tomem as suas próprias decisões de vida. Acredito que não exista uma fórmula para o sucesso, somente através do exemplo e de um coração em intimidade com Jesus e oração, alcançaremos o nosso objectivo.

1Sm.2.12-26

A expressão “não conheciam o Senhor” (v.12), é bastante forte e leva-me a reflectir que não basta ser “religioso”, cumprir os requisitos mínimos (culto, reuniões, dizimo, etc), precisamos de desenvolver uma intimidade com Jesus, nada é oculto aos olhos de Deus e ainda que o tentemos camuflar o nosso pecado é revelado. Será a minha obediência a Deus de coração, mecânica ou morna?
Quantas vezes usurpamos o que é do Senhor, e desprezamos o que é d’Ele por direito (v.17). Precisamos de escutar a admoestação que é feita em amor e que visa a nossa restauração (vs.23-25), Deus é justo e não tolerará pecado na Sua Presença. 
A benção recai sobre aquele que caminha junto a Deus, demonstrando sinais de crescimento espiritual, crescendo em estatura e graça diante de Deus e dos homens. Aqui percebemos a grande diferença entre os filhos de Eli e o filho de Ana e Elcana, apesar de ambos estarem no templo, isso não significava, mudança de atitude e de coração.
O desafio para mim enquanto pai, é saber educar a Mada e o Dani, da mesma forma que Ana o fez, com coração pelas “coisas” de Deus,e ensina-los a caminharem bem perto de Jesus. A chave está na oração, e no poder que Deus tem para agir na vida dos nossos filhos. 
– “Senhor, ajuda-me a saber educar os meus filhos, no meio desta geração que diariamente se afasta de ti.”

1Sm.2.1-11

Deus é maior que qualquer dos nossos problemas. É Ele que renova as nossas forças, e celebramos a salvação que nos é concedida.
A nossa vida está segura na rocha, é nos requerida santidade, não seja o nosso discurso balofo ou religioso, Deus vê para além do imediato e conhece o nosso íntimo, e julgara com retidão. 
Todos dependem de Deus, o que pode parecer forte e de valor é aniquilado diante do soberano, é Ele que concede e tira a força, que dá vida e a retira. Mas é também Deus que nos levanta quando caímos, que volta a colocar os nosso pés em terreno sólido. 
O desejo de Deus é santidade, conduzamos os nossos passos debaixo da Sua orientação e percorramos uma caminhada de intimidade junto a Jesus diariamente. Coloquemos a nossa confiança em Deus, aprendamos com as nossas quedas, agradecemos pelo amor e misericórdia quando somos levantados. 

“É caso para estarem bem felizes por isso, ainda que por algum tempo sofram provações diversas. Estas tribulações são apenas para provar a vossa fé, para mostrar que ela é forte e genuína. Está a ser testada como o fogo purifica o ouro. Mas a vossa fé é muito mais preciosa para Deus que o simples ouro. Por isso, se a vossa fé permanecer forte depois de testada pelo fogo, trará louvor, glória e honra no dia da vinda de Jesus Cristo. Vocês amam Cristo sem nunca o terem visto; mesmo agora, ainda sem o verem mas crendo nele, se alegram com uma felicidade que não se descreve, que vem do céu, porque estão a receber a salvação das vossas almas que é o resultado da vossa fé nele.” 1Pe.1-6-9