Mc.11.27-33

Qualquer que seja a minha pretensa intelectualidade, ela sucumbe perante a autoridade de Jesus, não vale a pena entrar em confronto directo ou tentativa de o encurralar serei aniquilado, a autoridade de Jesus é atestada por Deus. Quanto a mim, reconheço a minha falta de coragem em muitas circunstâncias para admitir a autoridade de Jesus em áreas da minha vida onde Ele ainda não é Senhor. Reconheço a identidade de Jesus como Senhor e Salvador, a cada dia rogo por sabedoria, para a cada instante afirmar a Sua soberania sobre a minha vida. Assim afirmo, reconheço e submeto-me à autoridade d’Aquele que tudo fez por mim.
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Mc.11.12-26

Rituais vs. Adoração, Jesus alerta-me para o perigo de uma religião estéril, a folhagem é bonita, mas Jesus procura em mim fruto, por vezes ficamos mais interessados em programas e actividades (folhagem) do que em escutar Jesus os seus ensino e coloca-los em prática (fruto). Jesus é o centro da adoração, ele desafia a todo o homem de todas as nações a virem a Ele, não a um local, assim fé, oração e perdão são elementos essenciais do verdadeiro adorador que busca um relacionamento com Deus. No reino, o perdão não é opcional, ele existe como resultado do exemplo que Jesus nos deixou ao pagar o alto preço pelo meu pecado, uma relação com Deus requer assim reconciliação com o próximo. Esta nova vida de oração e de adoração, inclui uma relação com Deus mas também uma relação com os homens.

Mc.11.1-11

Creio que a cada dia preciso de reafirmar a soberania de Deus sobre a minha vida, e isso implica tudo o que tenho e possuo, almejo de coração aberto colocar não só a minha vida, mas as minhas posses incluindo dinheiro, carro, casa, dons e talentos ao serviço de Jesus, “O Senhor precisa dele” (v.3), esta é uma mudança de mentalidade que precisa de ser operada no coração e mente e colocada em prática. Ainda que muitos “celebrem” Jesus e reconheçam a Sua divindade ainda que momentaneamente, reafirmo a Sua soberania sobre a minha vida, Jesus é o meu Senhor e Salvador, assim a cada dia almejo caminhar ao Seu lado, obediência e santidade é o que Ele requer de mim, por isso posso clamar convicto a autoridade e divindade de Jesus.

Mc.10.46-52

Correria, poderia ser uma das palavras que descreveriam o nosso dia-a-dia, uma agenda completamente lotada com compromisso atrás de compromisso, sem tempo para o essencial um relacionamento com Jesus, ou para abrir espaço para relacionamentos “Parou Jesus” (v.49), está é uma advertência para mim, PARAR e perceber o que está a acontecer à minha volta, escutar a “voz” que clama por auxílio. Somos  levados a viver uma vida em alta rotação, o sentimento de agenda vazia é quase como “pecado”, e este estilo de vida, leva a relacionamentos pobres e superficiais, amizades “facebokianas”, que tendem a ver apenas o imediato e não têm tempo para investir num relacionamento profundo, quantas necessidades seriam supridas se nós apenas parássemos e escutássemos? A voz dos que sofrem continua a soar e nos ignoramos o seu clamor, “Filho de David, tem misericórdia de mim“, este é o “grito” de tantos hoje que lutam contra um futuro sem esperança, e sou EU, que preciso de parar escutar e agir. Os resultados serão surpreendentes, “imediatamente voltou a ver e SEGUIA a Jesus estrada fora“. Desafio do dia: PARAR e ESCUTAR.

Mc.10.32-45

Tento imaginar o que passaria na mente e coração dos discípulos neste momento, as dúvidas as incertezas as perguntas… Mas mais uma vez Jesus vai ampliando o entendimento destes acerca da Sua morte e ressurreição, a caminhada para Jerusalem não seria fácil, mas Jesus mantem-se firme e determinado em cumprir a vontade do Pai e isto inclui a sua morte, Ele continua a mostrar e a liderar o caminho enquanto outros o seguem, por último o senso de urgência num clima emocional e intenso. A revelação da Sua morte confirmada é explicita pela primeira vez para estes homens. Não entendendo o alcance de tais palavras, surge um pedido infantil, e quantas vezes sou eu a faze-lo, não percebendo o que Deus está a fazer à minha volta, o meu “eu” toma a dianteira, esquecendo que o caminho é para “baixo”, é de sofrimento e de morte, seguir a Jesus implica partilhar também da Sua maneira de viver, Ele veio para servir, e mais um vez o “primeiro é o último“, “servir em vez de ser servido“, assim hoje reflito nestas verdades consciente das muitas vezes que os meus pedidos visam muitas vezes o meu bem-estar e conveniência. O meu desejo é de submissão à vontade de Deus como prioridade máxima na minha vida, assim prossigo servindo onde Deus me desejar usar, batalhando diariamente contra o meu “eu” e o desejo de visibilidade, o alvo é que Jesus seja reflectido na minha vida, acções e carácter.

Mc.10.17-31

Reflito hoje sobre quais as “coisas” onde o meu coração está apegado, o que me tem controlado o que eu não abdico, o que tem impedido uma comunhão mais íntima com Jesus. Sou desafiado no dia de hoje a sondar o meu coração, e a render perante Jesus todo o meu ser, a pedir que Ele assuma o controlo. Que o meu comportamento e atitude não sejam apenas cumprir um conjunto de regras, mas que o meu carácter e intenções do coração possam ser o desejo sincero de santidade e obediência diária à Palavra. Jesus não nos chama para a pobreza, mas sim a um desprendimento da riqueza e das posses, que não sejam estas a controlar a nossa vida, tenho no últimos anos aprendido a viver com o suficiente, não escondo que por vezes desejo algo mais mas, continuo a perceber que no suficiente nada me falta, que no suficiente dependo de Deus, no suficiente tenho muito a partilhar, no suficiente sou feliz. Aprendo a cada dia a forma como Deus cuida de mim e da família que me concedeu, por isso olho para o futuro confiante na promessa de que Deus sustenta hoje e sustentará amanhã, quanto a mim cuido que a minha motivação para o servir seja a correcta “por amor de mim (Jesus) e do evangelho” v.29.

Mc.10.13-16

Fico sempre espantado, pela forma singela como a minha filhota vai partilhando a sua fé, à professora à algum tempo atrás contou-nos de uma discussão entre a Mada e uma colega, onde a segunda dava grande ênfase a Maria, a Mada pelo seu lado argumentava que Jesus é que é importante e o maior, foi Ele que nasceu e morreu na cruz para nos salvar, ainda que ela não entenda toda esta extensão do amor redentor de Deus, já sabe, entende e mostra fé em Jesus. Jesus valoriza as crianças, quantas vezes elas são tratadas de forma irrelevante, temos programas para evangelização, adoração, etc. mas quando chega ao ensino das nossas crianças baixamos a fasquia muito. Dito isto, afirmo que a educação cristã, é responsabilidade primária dos pais, a cada dia sou desafiado enquanto pai a ser exemplo de amor, carinho e disciplina, mas também a partilhar os ensinos de Jesus. Precisamos de adultos maduros na fé e na caminhada com Jesus, essa caminhada começa enquanto crianças ao partilharmos Jesus, e fiquemos surpreendidos pelas lições que podemos aprender com as crianças… Hoje agradeço a Deus pelo dom que me concedeu da vida da Mada e do Dani.

Mc.10.1-12

Estamos a viver um período onde a “família” e o casamento são colocados em causa, somos enquanto filhos de Deus desafiados a viver de acordo com os princípios estabelecidos por Deus e não de acordo com as tradições ou modas dos homens, hoje como no tempo de Jesus o casamento e divórcio eram problemas manifestos. O desafio hoje no casamento é um compromisso sério entre um homem uma mulher e Deus que decidem caminhar juntos e criar uma família, unindo-os numa só carne. Jesus deseja famílias saudáveis, onde o amor e carinho são nutridos, onde as crianças aprendem num ambiente amoroso quem Jesus é, através do exemplo dos seus pais. Onde Deus é o centro da família. Reconheço que o desafio é diário, os desafios que são colocados enquanto casal são grandes, a educação das crianças, a intimidade espiritual diária, trabalho, orçamento familiar, descanso, etc. O segredo? Eu a a minha esposa temos tentado uma caminhada a três, não tem sido fácil em algumas ocasiões, mas podemos dizer que “até aqui nos ajudou o Senhor“, por isso afirmamos com convicção as palavras de Josué, “eu e a minha casa serviremos ao Senhor!

Mc.9.30-50

O exemplo de Jesus: “O primeiro é o último… e servo de todos“. Somos chamados a servir, não a controlar ou manipular, está é uma atitude contra-cultura, preciso de diariamente eliminar o desejo de superioridade do meu coração, o desejo de ser nº1, no mundo o que está em posição superior é servido pelos outros no Reino o que está em primeiro lugar serve os outros, isto implica uma mudança de paradigma diária, o desejo de superioridade de grupo ou individual é incompatível com o seguir Jesus. Pertencer a um “grupo” não é sinónimo de discipulado, pertencer a Jesus é essencial, por isso temos duas opções ou somos de Cristo ou contra Cristo. Sou desafiado hoje à auto-disciplina, sou alertado para o facto de os meus julgamentos e opiniões poderem magoar e fazer tropeçar outros, assim serei inflexível quanto ao pecado e tentação na minha vida, desejo caminhar diariamente com Jesus, o supremo valor de pertencer a Cristo é digno de toda a minha obediência, negarei o meu “eu” a cada dia para que Jesus seja sobremodo exaltado, assumirei de cabeça erguida os sacrifícios que me forem colocados, serei diligente na minha caminhada diária de santidade, o caminho não é fácil mas levará a um relacionamento cada vez mais íntimo com Jesus, “Tende sal em vós mesmos“. Acima de tudo servirei a Jesus!

Mc.9.14-29

Jesus ensina-me que uma das qualidades especificas do discipulado é a fé e a oração, a descrença em Deus é a barreira para a Sua actuação na vida do homem, o exemplo deste pai, deixa-me siderado: “Eu creio! Ajuda-me na minha falta de fé!“, reconhecendo a sua necessidade de ajuda mas afirmando a sua confiança em Jesus, embora com uma fé fraca e imperfeita, o pai reconhece a autoridade de Jesus. Quero hoje reconhecer que preciso de ajuda, há áreas onde o meu “eu” ainda tem o controlo, desejo tudo entregar a Jesus, todas as áreas da minha vida ao Seu domínio. A oração é essencial a um ministério bem sucedido, ela é a expressão verbal da confiança em Deus e de completa dependência n’Ele. Seja eu capaz a cada instante de reconhecer a minha dependência de Deus, não me sustentando nas minhas capacidades e talentos, um ministério eficaz não tem haver com capacidade ou habilidade pessoal, mas com dependência de Jesus que é expressa por uma caminhada diária de oração e de obediência.